segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
NATAL

Hebreus 6:17-20
Aceito como data do nascimento de Jesus o dia 25 de dezembro tem sido objeto das maiores comemorações ao longo de séculos, tanto no mundo ocidental como também em países orientais.
Independente de ser essa a data real do evento, seu valor transcende, em muito, a prática de festas, presentes e outras ações que, na realidade, poderiam ter lugar em qualquer data do ano.
Avaliando, todavia, a luz da Palavra, qual seria a principal data a ser comemorada no cristianismo, certamente não obteríamos como resposta válida o Natal.
Tal constatação tem como base o conceito apresentado por Paulo, que nos mostra que toda a realização de Cristo, até mesmo a sua morte de cruz, se perderia na história, engolfadas pelos feitos de grandes heróis, se por acaso Ele não tivesse ressuscitado:
“E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou”.
“E, se Cristo não ressuscitou logo é vã a nossa pregação, e também é vã a nossa fé”...
“E se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados”.
“E também os que dormiram em Cristo estão perdidos”. (I Cor 15: 14-19).
Certíssimo estava Paulo ao tecer tais considerações, pois Jesus morreu por nossos pecados e tomou o poder da morte e do inferno, uma vez que estávamos condenados pelo salário do erro, que é a morte (Rm 6:23).
Mas sua vitória a nosso favor se identifica no fato de que ele não ficou no túmulo, como queria o diabo, que até providenciou uma pedra sobre a sepultura e guardas a porta (Mt 27: 57-66), mas ressurgiu, após ter libertado aqueles que estavam no inferno, em cadeias (I Pe 3: 18-22).
“Mas também por nós, a quem será tomado em conta; os que cremos naquele que dos mortos, ressuscitou a Jesus nosso Senhor”.
“O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para a nossa justificação”. (Romanos 4; 24-25).
É tal a importância desse fato que nós, que temos que morrer uma vez (Hb 9:27), esperamos a ressurreição para estar para sempre com o Senhor.
“Bem aventurados aqueles que tem parte na primeira ressurreição: sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele mil anos”. (Ap 20:6).
(I Ts 4;16; Hb 11;35;Fp 3;11; Rm 6:5; Ef 4;6; II Cor 5;15)
“Porque, se crermos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem Deus os tornará a trazer com ele”. (I Ts 4:14).
A morte e o inferno que ameaçavam o homem, desde o pecado de Adão (Gn 2:17), foram derrotados pela volta a vida de Jesus:
“Mas assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente; o último Adão (Jesus) em espírito vivificante”...
“E agora digo isto, irmãos que a carne e o sangue não podem herdar o reino de deus, nem a corrupção herda a incorrupção”.
“E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória”.
“Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, o inferno, a tua vitória”.
“Ora o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei”.
“Mas graças a Deus que nos dá vitória por nosso Senhor Jesus Cristo”. (I Cor 15:45-57).
Ora, diante de tão avantajada justificativa, de que a ressurreição é o efetivo marco da nossa redenção, não estaria, então, prejudicada a consideração relativa ao nascimento de Jesus? A resposta é um sonoro NÃO!
Para que melhor entendamos isso, devemos voltar a promessa de Deus para Adão e Eva após o seu pecado, que os expulsou do paraíso, mas que não os excluiu do amor e da compaixão divina:
“E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente: está te feri a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. (Gn 3:15).
A serpente, ou o diabo, seria esmagado, não por uma força espiritual intangível, mas sim pela semente da mulher: um homem.
Ressurgir é uma condição que somente pode ser aplicada para alguém que morreu e a morte somente pode atingir aquele que tem a condição humana. Espíritos não morrem.
Isso nos leva a uma seqüência lógica e fundamental:
CRISTO NASCE EM CARNE
à
JESUS MORRE NA CRUZ
à
JESUS RESSURGE
à
A REDENÇÃO É DADA AO HOMEM
O nascimento de Jesus, comemorado no natal, tem, portanto, um significado muito mais profundo do que seria possível visualizar em um primeiro olhar, mesmo no contexto da religião formal.
Certos pontos precisam ser claramente marcados:
1-UMA DÍVIDA IMENSA PESAVA SOBRE O HOMEM: Cl 2: 13-15;
2- DEUS DECIDIU PAGAR ESSA DÍVIDA E REMIR O DEVEDOR NÃO PODENDO, CONTUDO, UTILIZAR QUALQUER VALOR MATERIAL QUE ESTIVESSE AO SEU ALCANCE: I Cor 6:20; I Cor 7:23; At 20:28; Ap 5:9; I Pe 1:18-19;
3- O ÚNICO PREÇO CAPAZ DE ALCANÇAR A REMISSÃO ERA O DE SANGUE, CONFORME O PRÓPRIO SENHOR DETERMINARA: Hb 9:22; Ef 1:7;
4- O SANGUE CARACTERIZA A VIDA DOS SERES QUE HABITAM A TERRA, MAS AQUEL DOS ANIMAIS SOMENTE TINHAM VALOR SIMBÓLICO (Hb 10:1-6) E O DOS HOMENS SE ENCONTRAVAM PREJUDICADOS POR SEUS PROPRIO DELITOS, NÇÃO CONTENDO O AMOR DE DEUS: Mc 8:37; I Cor 13:3;
5- A ÚNICA SOLUÇÃO POSSIVEL SERIA UM HOMEM SEM O PECADO DE ADÃO QUE PUDESSE DERRAMAR SANGUE PELOS OUTROS E NÃO POR SI MESMO, ALGUÉM NASCIDO DO PRÓPRIO DEUS, OU SEJA, JESUS: At 26:23; I Pe 3:18; Gl 1:4; Mt 1: 18-25;
A importância da realidade de que Jesus veio em carne, como um homem normal, é fundamentada pela carta de João, onde fica estabelecido que somente quem admite tal verdade é regido pelo Espírito Santo (I Jo 4:2).
6- A PARTIR DO MOMENTO EM QUE JESUS SE TORNOU CARNE FICOU ESTABELECIDA UMA CUMPLICIDADE, UM COMPROMETIMENTO ENTRE O SENHOR DO UNIVERSO E O HOMEM, QUE EM LUGAR DE SIMPLES CRIATURA PASSOU A SER CONSIDERADO FILHO DE DEUS (I Jo 3:1) :
“No principio erro o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.
“Ele estava no princípio com Deus”.
“Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez”.
“Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens”. ..
“E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade”. (João 1: 1-14).
7- A REALIDADE DE JESUS, DEUS/HOMEM, RETIRA TODAS AS BARREIRAS QUE EXISTIAM E QUE ERAM SIMBOLIZADAS PELO VÉU QUE SEPARAVA O LUGAR SANTO DO LUGAR SANTÍSSIMO: Lv 16:2; Lc 23:45; Hb 6:19. ISSO NOS COLOCA DIANTE DE UM DEUS QUE ENTENDE, QUE PERDOA, QUE PODE NOS AJUDAR EM TUDO:
“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa se compadecer das nossas fraquezas; porem um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado”. (Hb4: 14-16 e Hb 5: 1-5).
O Natal é, pois, o cumprimento das promessas de Isaias sobre a vinda de um menino, redentor (Isa 7:14; Isa 9:6-7) e reafirma, outra vez e a cada comemoração que a salvação, como dom de Deus, somente pode ser apropriada por Jesus Cristo e por nenhum outro caminho, moral, religioso, filosófico ou humano (Jo 14:6).
“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos”. (Atos 4:12)
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
O renascimento dos sonhos

O sonho é o combustível que alimenta a chama da esperança. E no céu, o grande Deus se mobiliza para fazer seus sonhos reais. Sinta agora em Cristo, seus sonhos renascerem.
Imagine o nascimento de uma criança. Imagine o rosto feliz e alegre dos pais, em ver que era um homem. Na cultura judaica o nascimento de um filho varão era motivo de uma felicidade ímpar, pela doce esperança da vinda do Messias. Pense nessa criança como um príncipe. O pai, Jonatas, o avô, Saul, o respeitado rei de Israel. A criança, Mefibosete, que passou a ser tratado como um futuro rei de Israel. Na dinastia, seria a terceira geração que assumiria, pois o reinado era algo que passava de pais para filhos. A criança crescia cercada de mimos e o respeito de todos na nação, afinal, todos queria agradar o futuro "chefe", e nada melhor do que começar a fazê-lo na infância.
Imaginemos essa criança feliz, brincando nas campinas verdejantes sonhando com o dia em que assumiria tudo aquilo. Em seus embalos infantis, não entendia que o reinado do avô Saul estava indo à pique. Não sabia que Deus já havia rejeitado a muito tempo seu avô, e já tinha escolhido um para sucede-lo, alguém que não seria seu pai Jonatas, mas alguém "segundo o coração de Deus": Davi.
Para piorar a situação, estoura a trágica guerra, que erradicaria de seus pensamentos todos seus sonhos e esperanças. Naquela guerra, três fatalidades lhe atinge em cheio, fazendo sepultar todos seus projetos: O avô Saul morre, o pai Jonatas também morre, e como se desgraça pouca é bobagem, sua ama, no afã de fugir, o derruba no chão, ocasionando a fratura dos tornozelos, deixando-o coxo definitivamente. Em apenas alguns instantes, todo o mundo desaba sobre aquela criança, tinha ele apenas cinco anos quando tudo isso aconteceu. Como estava seu coraçãozinho? Dilacerado pelas tragédias. De um futuro rei de Israel, a um deficiente físico definitivo.
CINZENTAS LEMBRANÇAS
E agora? O espólio do rei é dividido. Ninguém procurou saber se havia um futuro herdeiro. O que um deficiente físico representa na ordem do dia? Praticamente coisa alguma, ainda mais se tratando de sobejos reais. Mefibosete estava mesmo em maus lençóis. Davi assume o reino, Saul e Jonatas são sepultados e tudo volta ao normal. "A vida continua". Quantas vezes você já ouviu esta frase? Mas continuar como? Sem perspectivas de vida? Sem noção de reconquista? Sem nenhum projeto futuro? Convivendo com uma perda irreparável, sem que nada pudesse ser feito para arrumar o estrago?
Tinha eu uma avó que era a alegria da família. Fiel a Deus e a igreja. Ficou viúva muito cedo, criou os filhos com muito zelo na casa de Deus. Era assídua dos cultos e reuniões de oração da igreja. Foi ela acometida de trombose na perna, tendo que amputá-la. Só ali, metade de seus sonhos se foram. Já não podia caminhar à igreja por lhe faltar a perna. Somente poderia se locomover com ajudas externas que nem sempre estavam disponíveis. Não suportando aquilo, um mês depois de amputada a perna, veio ao óbito, de tristeza. Viver sem perspectivas é praticamente impossível.
Agora o pior, Mefibosete foi levado por alguém ( uma boa alma caridosa) para uma cidade chamada Lo-Debar. O nome por si só, já fala tudo: Lo-não, Debar-palavras. Não-Palavras, ou Sem-palavras, isto é, foi para uma cidade sem palavras, terra do silêncio. Um lugar em que falar era proibido. Seu passado? Silêncio... seu presente? Silêncio... seu futuro? Silêncio... sua história? Silêncio... sua família? Silêncio. O silêncio ali era a tônica, muito pouco ou quase nada era falado de alguém. Assim, Mefibosete aprendeu a conviver com o silêncio, ruminando em suas lembranças, cinzas de um passado que não pode evitar e um futuro fadado ao ostracismo e nada mais.
Talvez meu caro leitor, essa seja sua exata situação. Tinha tudo para ter um belo futuro, seus planos e projetos eram os melhores possíveis. Seus sonhos e planos eram suntuosos. Aprendeu ainda na tenra idade a pensar grande. Mas alguma "ama"destruiu tudo, aquela maldita guerra lhe aleijou os pés, castrando seus lindos sonhos, e agora você está numa "Lo-Debar", convivendo com o silêncio dos amigos, da família e até do próprio Deus.
POR QUE DEUS FICA EM SILÊNCIO?
Conviver com o silêncio não é nada fácil. Alguém já disse que o silêncio é a melhor resposta, mas é um engano. O silêncio é um mortal inimigo para nossos planos, ainda mais se tratando do silêncio de Deus. Que o diga Jó, que conviveu com as piores tragédias suportáveis pelo ser humano, e viu tudo de pior que uma vida possa suportar. Perdeu seus bens, perdeu seus amigos (como eles são interesseiros!), perdeu sua família e pior, perdeu sua saúde, o pior momento que o homem pode suportar. Aliás, sobre isso, o próprio Satanás falou a Deus de forma acertada: "...Pele por pele, e tudo quanto o homem tem dará pela sua vida" (Jó2:4). Isso é verdade, pode ser rico ou pobre, ficou doente, o homem gasta até o que não tem para recuperar sua saúde. Satanás sabe nosso ponto fraco. Em meio a todos esses flagelos, Jó ficou sem ouvir a voz de Deus, embora buscasse ouvi-la a qualquer custo, ela só veio a acontecer no capítulo 38, quase no final do livro, no final da história.
Deus ficou em silêncio quase o tempo todo. Existe pelo menos duas razões por que Deus fica em silêncio para conosco:
1) Quando está aborrecido: Quando aborrecemos ao Senhor com nossos atos e feitos, esperando que entendamos seu desprezo momentâneo como um chamado de volta à sua santa presença (O desprezo é a melhor arma).
2-) Quando está planejando algo :No silêncio existe o trabalhar divino. Não podemos nos precipitar que as vezes, Ele está operando algo a nosso favor.
Um belo dia, o Espírito de Deus incomodou Davi. O rei segundo o coração de Deus, talvez não conseguiu dormir aquela noite, quem sabe pensando na aliança feita com seu finado amigo Jonatas. Quantas saudades. Aquilo sim que era amigo. Enfrentou o próprio pai Saul para defende-lo, e Davi, o futuro rei havia jurado a ele que nada deste mundo atrapalharia sua sincera amizade (I Sm 20:11a15). Agora, dessa bela amizade restou somente a saudade, visto que Jonatas havia morrido
De repente, em um estalo de nostalgia, Davi pensa consigo: "Deve haver algum remanescente da Casa de Jonatas, não é possível que não tenha sobrado ninguém para mim usar de bondade para com ele". Numa pesquisa interna, Davi descobre através de Ziba, um antigo servidor de Saul, que certamente havia herdado o espólio do rei, e dele cuidava, que deveria saber alguma coisa a respeito: "...Não há ainda algum da casa de Saul para que use com ele de beneficência de Deus?".
Na resposta que Ziba deu, dá para perceber que havia uma pontinha de ciúmes em relação a Mefibosete: "...Ainda há um filho de Jonatas, aleijado de ambos os pés". Não precisava dizer que ele era aleijado, ser aleijado não é uma questão de desonra para ninguém, aliás, esse preconceito, se revelou mais tarde com Ziba mostrando que queria algo mais. Davi mais que depressa mandou buscá-lo, em Lo-Debar, tirando-o da terra do silêncio trazendo-o ao palácio real. De repente, os sonhos renascem. Entrando no palácio, as perspectivas de vida voltam, o assento a mesa do rei, significava muito, mostrava a Mefibosete que a expectativa de vida voltava. Era Deus restaurando os sonhos de Mefibosete. Como poderia ele imaginar que um dia retornaria ao palácio real? Ainda que não como rei ou príncipe, pelo menos voltaria como um dos que se assentava a mesa real (como os filhos do rei).
Prezado leitor, ainda que tudo pareça escuro e sombrio em sua vida, não deixe jamais de sonhar. Ainda que você esteja "coxo" ou "aleijado" de suas expectativas, não deixe de sonhar. Ainda que você esteja no esquecimento ou numa vida de ostracismo, não deixe de sonhar. Ainda que você esteja numa "Lo-Debar", ou na terra do silêncio, sem mesmo ouvir uma promessa que lhe traga esperança, não deixe de sonhar. Ainda que você esteja num momento em que os fantasmas do passado lhe atormentem, não deixe de sonhar. Lembre-se, o sonho é o combustível que alimenta a chama da esperança. E no céu, o grande Deus se mobiliza para fazer seus sonhos reais. Sinta agora em Cristo, seus sonhos renascerem.
Se você gostou dessa mensagem, entre em contato:
E-Mail. josiasalmeida33@hotmail.com
Home page: www.cristoagora.hpg.com.br .
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Como se fosse a PRIMEIRA vez...
Como posso mudar minha percepção??? ...precisamos renovar nossa mente, nos mostrando entusiasmados a cada momento.
O tédio nada mais é que a repetição de acontecimentos ou sentimentos, um estado “mecânico” que retira o incentivo e a alegria do coração.Isso é tão real que já alcançou a histórias em quadrinhos, onde nosso conhecido Garfield acorda pela manhã, principalmente às segundas-feiras, e reclama da falta de “coisas novas”. Afora o mal-humor constante do gato, Jim Davis – seu criador - acertou em cheio na descrição do desgosto que nasce da mente entendiada. Naturalmente não vamos nos reportar exclusivamente a tal cultura popular, já que a realidade humana não pode se afastar de sua origem, a criação de Deus, mas eis que a sabedoria de Salomão declara:“O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se tronará a fazer; de modo que nada há de novo debaixo do sol” (Eclesiastes 1:9).Mas, então, estamos condenados a um círculo vicioso, onde nada há de ser diferente? Se nos fundamentarmos naquilo que é externo, que foi criado por nós mesmo, possivelmente estaremos presos a esse modo contínuo de “vazios”.Todavia, a grande saída não está na nova flor, ou no céu mais azul, ou na criança de faces mais rosadas. Não está também na maior intensidade da música, ou nos rostos diferentes que nos cercam, mas “na forma COMO vemos essas coisas”.De fato, precisamos renovar nossa mente, nos mostrando entusiasmados a cada momento. Aqui, lembro o tema de um filme, que conta a história de uma jovem que perdeu, em acidente, a memória recente e, a cada intervalo de tempo, “descobria, novamente, o mundo ao seu redor”.Que tal esquecer o que passou e olhar para tudo e todos, como se fosse a primeira vez, descobrindo beleza, sentindo perfumes, maravilhando-se com uma gota de orvalho, ou com o sabor de uma maçã?Nesse sentido, o salmista Davi, possivelmente, nem mesmo plenamente consciente das implicações de suas palavras, nos deixa uma lição de vida, que pode transformar tédio em alegria, desilusão em espírito criativo, problemas em oportunidades:“Este é o dia (diferente de todos os outros) que fez o Senhor (uma criação de Deus); regozijemo-nos e alegremo-nos nele.” (pois é aquele que nos dá a oportunidade de ter tudo novo e bom). (Salmos 118:24).http://www.pastorelcio.com
Medo de ser FERIDO novamente (eu e meus traumas...)

...as experiências negativas têm o poder de marcar a nossa existência, de tal forma que passamos a nos proteger mesmo de SITUAÇÕES HIPOTÉTICAS.
O ditado popular diz que os gatos “escaldados” – depois de terem sido vítimas de pessoas maldosas – têm medo de água fria. Mas eu aqui me sinto à vontade para alargar o conceito: depois da dor, eles têm medo de qualquer água, seja ela fria ou morninha, seja ela um respingo de torneira ou o chuvisco lá fora.
Em palavras simples, isso significa que as experiências negativas têm o poder de marcar a nossa existência, de tal forma que passamos a nos proteger mesmo de SITUAÇÕES HIPOTÉTICAS.
Imagine a criança criada numa família pouco amorosa, onde todas as suas atitudes foram sempre objeto de críticas. E a moça que – solitária - sujeitou-se a punições indevidas e de natureza agressiva.
O que dizer da esposa cujo lar não foi um ninho de amor, mas sim um local de constante temor? E aquele relacionamento que se destruiu por uma grave traição?
Poderíamos ainda lembrar o jovem com dura experiência de trabalho, permeada por completa humilhação, que se tornou incapaz de ter sucesso em outro local.
Evidentemente os exemplos são infindáveis, e seria pretender demais que essas mazelas - tão comuns e bem escondidas - fossem eliminadas do nosso dia-a-dia.
A solução para VOCÊ - que possivelmente sabe bem do que estou falando, pois já experimentou situações parecidas - seria apagar de sua mente esses momentos tristes, substituindo-os por um sopro de esperança.
Eu (ou alguém de sua confiança) não poderia estar no seu local de trabalho, na sua casa ou mesmo modificar seu passado familiar ou sentimental.
Mas há uma boa notícia.
DEUS é o grande mentor da recuperação do homem. E por isso Ele diz que devemos esquecer as coisas passadas, e olhar para um futuro com otimismo, pois esse futuro existe.
“Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo.” Isaías 43:18-19
Texto de autoria de Pastor Elcio Lourenço. Pastor desde 1968.
www.pastorelcio.com
Em palavras simples, isso significa que as experiências negativas têm o poder de marcar a nossa existência, de tal forma que passamos a nos proteger mesmo de SITUAÇÕES HIPOTÉTICAS.
Imagine a criança criada numa família pouco amorosa, onde todas as suas atitudes foram sempre objeto de críticas. E a moça que – solitária - sujeitou-se a punições indevidas e de natureza agressiva.
O que dizer da esposa cujo lar não foi um ninho de amor, mas sim um local de constante temor? E aquele relacionamento que se destruiu por uma grave traição?
Poderíamos ainda lembrar o jovem com dura experiência de trabalho, permeada por completa humilhação, que se tornou incapaz de ter sucesso em outro local.
Evidentemente os exemplos são infindáveis, e seria pretender demais que essas mazelas - tão comuns e bem escondidas - fossem eliminadas do nosso dia-a-dia.
A solução para VOCÊ - que possivelmente sabe bem do que estou falando, pois já experimentou situações parecidas - seria apagar de sua mente esses momentos tristes, substituindo-os por um sopro de esperança.
Eu (ou alguém de sua confiança) não poderia estar no seu local de trabalho, na sua casa ou mesmo modificar seu passado familiar ou sentimental.
Mas há uma boa notícia.
DEUS é o grande mentor da recuperação do homem. E por isso Ele diz que devemos esquecer as coisas passadas, e olhar para um futuro com otimismo, pois esse futuro existe.
“Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas. Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo.” Isaías 43:18-19
Texto de autoria de Pastor Elcio Lourenço. Pastor desde 1968.
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Tenha paciência

"Porque necessitais de paciência, para que depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa." (Hebreus 10:36)
Você já avaliou quantas coisas boas pode estar perdendo, somente por não exercitar adequadamente a arte da paciência?
É certo que suas obras justas têm recompensa e que suas preces dirigidas a Deus, com fé, serão objeto de resposta, mas o tempo em que isso deva ocorrer nem sempre é aquele que você calcula.
Imagine um agricultor que semeasse, regasse e cuidasse do seu campo, mas, um pouco antes da época da colheita, movido pela impaciência, abandonasse o local; certamente iria vazio de frutos.
Isso pode estar acontecendo a você e é tempo de colocar em prática o que foi feito pelo rei Davi, quando afirmou: “Esperei com paciência no Senhor e Ele ouviu o meu clamor, tirou-me de um charco de lama e firmou meus pés na rocha”.
Leia hoje: Salmos 40:1; Rom 8:25; Hebreus 6:15; Ef. 6:13
Extraído do livro de mensagens: “Ouvindo a Deus”
Pr. ElcioE-Mail: pastorelcio@hotmail.com
É certo que suas obras justas têm recompensa e que suas preces dirigidas a Deus, com fé, serão objeto de resposta, mas o tempo em que isso deva ocorrer nem sempre é aquele que você calcula.
Imagine um agricultor que semeasse, regasse e cuidasse do seu campo, mas, um pouco antes da época da colheita, movido pela impaciência, abandonasse o local; certamente iria vazio de frutos.
Isso pode estar acontecendo a você e é tempo de colocar em prática o que foi feito pelo rei Davi, quando afirmou: “Esperei com paciência no Senhor e Ele ouviu o meu clamor, tirou-me de um charco de lama e firmou meus pés na rocha”.
Leia hoje: Salmos 40:1; Rom 8:25; Hebreus 6:15; Ef. 6:13
Extraído do livro de mensagens: “Ouvindo a Deus”
Pr. ElcioE-Mail: pastorelcio@hotmail.com
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
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